24 março 2016

Intervenção Urbana - 100 em 1 dia Cuiabá

1 Cidade. 1 Dia. 100 atividades.
Movimento Cidadão
03 de abril. Pequenas ações. Grandes mudanças.

Prestes a fazer 300 anos o evento vem em hora oportuna. Cuiabá será a 3ª cidade brasileira a participar deste evento mundial, depois de Blumenau e Rio de Janeiro, e a 28ª do mundo. Que cidade queremos para nós? Como queremos nossa cidade daqui 40 anos? Cada grupo ou comunidade de bairro apresentará uma proposta cidadã de humanizar e mostrar uma cidade viva onde todos podem fazer, criar, discutir e interagir sobre a forma de viver na cidade. Várias atividades durante 24 horas do domingo dia 03 de abril.
Venha participar!!
Clique na imagem para ampliar.
Conheça o mais sobre o projeto aqui: 100 em 1 dia Cuiabá
Programação completa da semana: Cidade Possível



Para melhorar as condições viárias da cidade é necessário empenho e muita vontade política para ajudar reconstruir e cuidar da cidade em que vivemos. Queremos uma Cuiabá melhor, uma cidade onde podemos exercer o direito de pedalar com segurança, o direito de ir e vir no modo de transporte mais sustentável do planeta, sem sofrermos perdas de amigos e famílias diante de tantos crimes cometidos por imprudência e irresponsabilidade cometidos por motoristas. Por isso as bicicletas podem dar uma importante contribuição para uma série de metas a serem alcançadas no transporte público e na comunidade como: redução dos congestionamentos, da poluição, do desenho urbano, melhoras a saúde, mobilidade e inclusão social. Construir ciclovias e seguras é um direito! #eupedaloemcuiaba #cicloviaemcuiaba #chegadeciclofalsa


Atividade: Um passeio pela cidade das 7 hs às 9 horas, guiado por ciclistas experientes. Após o passeio, os ciclistas irão se concentrar na Praça 8 de Abril das 09 horas às 10:30 hs com atividades extras, aberto para diálogos e reflexão sobre as cidades possíveis.

Dia: 03 de Abril (domingo) 
Local: Praça 8 de Abril, Cuiabá,
Mato Grosso, Brasil.


Participem! :)

13 fevereiro 2016

Cuiabá e a Copa (Livro)



A Copa passou e o livro chegou!! Cuiabá e a Copa - A Preparação. Por José Antônio Lemos dos Santos. Arquiteto urbanista e escritor. Leitura da semana para rir, chorar e sonhar com uma cidade melhor e suas histórias cravadas em quase 300 anos!!! Obrigada José A. Lemos! 

Editora: Entrelinhas


27 dezembro 2015

Natal e Ano Novo


Meus votos de Feliz Natal e excelente Ano Novo a todos vocês que me
acompanharam neste ano. Foi um ano bem cheio de muitas batalhas e conquistas realizadas!!! 
Obrigada a todos pelo carinho e por curtirem a página feita com carinho!!! 
E Viva a Bike !! Que venha 2016!! :))

10 dezembro 2015

Evento: Dia do Arquiteto e Urbanista 2015


Hoje dia 10, logo mais às 19 horas estarei participando como convidada cidadã para o Painel 300 junto com outros profissionais convidados, e depois deste, assistirei a Palestra de Ruy Ohtake será um grande evento em homenagem ao Dia do Arquiteto e Urbanista que comemora-se a data no dia 15 de Dezembro. O Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR) instituiu no ano de 2011 o dia 15 de Dezembro em homenagem ao arquiteto Oscar Niemeyer que nasceu nesta data.

Para quem fez as inscrições antecipadas, vejo vocês logo mais!
Até mais!! :))


09 dezembro 2015

O grande protesto das bicicletas de 1896 – por Hank Chapot

Tudo começou na década de 1890, quando ciclistas da cidade norte-americana de São Francisco organizaram manifestações a favor da pavimentação das ruas para que fosse possível trafegar por elas de bicicleta. Isto ocorreu antes do “boom” do automóvel privado, e acabou colaborando para a ascensão do mesmo poucos anos depois.

No final do século XIX, a bicicleta era considerada um símbolo de progresso. Era uma época em que pessoas lutavam pela remoção das ferrovias abandonadas, pelo calçamento do espaço entre os trilhos assim como a transferência dos fios elétricos para o subsolo quando as ruas fossem reformadas, tudo isso para tornar as ruas um espaço melhor para os ciclistas. Com boas estradas, os trabalhadores urbanos poderiam pedalar para os seus locais de negócios, o que ajudaria a reduzir a tirana renda da ferrovia.
Market Street, San Francisco (1890)
Na noite do sábado, 25 de julho de 1896, após meses de organização por ciclistas e defensores das boas estradas, os moradores tomaram as ruas no centro de São Francisco, inspirado pelas novas possibilidades trazidas pela máquina maravilhosa do país novo, a bicicleta.

A marcha tinha três objetivos: mostrar a força dos ciclistas, comemorar a pavimentação da Folsom Street e protestar contra as condições do pavimento das ruas de São Francisco em geral, mas principalmente da Market Street. Assim, os lampiões das mansões e prédios comerciais quebraram a escuridão das ruas e as bicicletas adornadas tomaram as ruas da cidade assistidas por 100 mil pessoas.

Ciclista vitoriano - 1890 (Foto: Canong2fan)
Apesar de acontecimentos negativos como atos de vandalismo contra o bonde da cidade e fogueiras em locais públicos como a City Hall Square, o desfile terminou em resoluções aprovadas por unanimidade em favor de boas estradas.

Mas a vitória veio acompanhada de um novo usuário para as estradas. As melhorias nas ruas da cidade ocorreram mais ou menos no mesmo tempo em que a bicicleta perdeu o fascínio do público para o automóvel e o petróleo. Este novo modo de transporte privado tem desempenhado um papel de transferência do custo de transporte para o indivíduo, intensificando as necessidades financeiras, resumido no dilema de “dirigir para o trabalho, para ganhar dinheiro, para pagar o meu carro, para dirigir para o trabalho”.

De qualquer maneira, as coloridas manifestações populares que encheram as ruas escuras de São Francisco na década de 1890 encontraram um eco contemporâneo no passeio mensal Massa Crítica que começou em San Francisco em 1992 e se espalhou pelo mundo. Aparecendo entre o cavalo e o automóvel, a bicicleta ajudou na definição da era vitoriana e na libertação de trabalhadores, especialmente mulheres e crianças, uma vez que mudou os conceitos de liberdade pessoal.

A Massa Crítica fornece um espaço permanente para os ciclistas para fazer valer o seu direito às ruas, mostrar seu número, e celebrar a bicicleta em linhagem direta do “Wheelmen” e da “Wheelwomen” de 1896.

Por: Paula Santos Rocha
The City Fix Brasil

12 outubro 2015

A bicicleta e as cidades


Este livro em especial e autografado, ganhei de um dos co-autores Ricardo Corrêa, quando participava do 20º Congresso Brasileiro de Transporte e Trânsito em Santos-SP. Um trabalho realizado em conjunto com o Instituto de Energia e Meio Ambiente, tendo como objetivo apoiar a elaboração e implementação de políticas públicas relativas ao meio ambiente. 

Obrigada Ricardo Corrêa!



20 setembro 2015

O ciclista esclarecido

O livro “O Ciclista Esclarecido” por Eben Weiss, nova-­iorquino, autor do blog bikesnobnyc.blogspot.com lança um olhar crítico sobre diversos aspectos relacionados à cultura da bike como meio de transporte. É uma leitura leve e divertida, e com bom humor levando uma reflexão sobre como transitar nos grandes centros urbanos, mostrando a maneira como transitamos pode ser uma excelente oportunidade de mudar para melhor. 
Super recomendo like emoticon !!
Editora: Odisseia


14 setembro 2015

Respeito é bom e todos gostam! (Art. 29 do CTB)


Art. 29. O trânsito de veículos nas vias terrestres abertas à circulação obedecerá às seguintes normas:

[...]


II - o condutor deverá guardar distância de segurança LATERAL e FRONTAL entre o seu e os demais veículos, bem como relação ao bordo da pista, considerando-se, no momento, a velocidade e as condições do local, da circulação, do veículo e as condições climáticas;


[...]

§2.º Respeitadas as normas de circulação e conduta estabelecidas neste artigo, em ordem decrescente, os veículos de maior porte serão sempre responsáveis pela segurança dos menores, os motorizados pelos não motorizados e, juntos, pela incolumidade dos pedestres.


Fonte: CTB_Código Brasileiro de Trânsito

14 agosto 2015

Vestido inspirador ♥




Vestido de verão vintage, 1940. Em ótimo estado de conservação, sem rasgos e manchas. 
Muito raro! Vendido pelo site etsy.com em 31 de maio de 2010.
Só gostaria de saber quem foi a estilista ou criadora. Muito lindo!! ♥

23 julho 2015

Carta de Pronunciamento

Querido leitor, 

Deixo aqui minha carta de pronunciamento para quem não pode comparecer no dia da Audiência Pública em Cuiabá-MT.

Att, Malu.
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Discurso elaborado e pronunciado por Malu Brandão, líder do Movimento Ciclovia Já, Acorda Cuiabá, dia 13.07.2015, na Audiência Pública para debater a importância de um PLANO CICLOVIÁRIO PARA A CIDADE DE CUIABÁ e outros assuntos relativos ao ciclismo urbano, na Câmara Municipal de Cuiabá, promovida por autoria dos Vereadores Dilemário Alencar e Arilson da Silva.   


Vereadores Dilemário Alencar e Arilson da Silva
Em nome de ambos cumprimento a mesa e os demais presentes


Não é preciso elencar o sem número de vantagens do uso da bicicleta. Já é de conhecimento de todos os benefícios para o transporte, lazer, melhoria da saúde, economia, promoção de uma cidade mais humana, inclusiva e harmônica. 
Há também a questão da sustentabilidade. Sabemos que o planeta já se agoniza e precisa de soluções; lembremos que até 2050 o mundo precisa reduzir drasticamente o uso de combustíveis fósseis, substituindo por energias limpas e renováveis. Não é futuro: é presente!!! E Cuiabá não pode estar fora disso, precisa fazer sua tarefa e dar exemplo.

Em relação ao trânsito, o uso do transporte cicloviário (em conjunto com o pedonal e o coletivo) contribui para a redução de congestionamentos e de acidentes que são muitas vezes fatais. Também reduz a poluição do ar, sonora e visual, além de permitir uma melhoria do desenho urbano.

A Lei 12.587 de 2012 previa até 3 anos para que cada cidade elaborasse o seu Plano de Mobilidade Urbana (que deve andar junto com o Plano Diretor). Ou seja, o prazo acabou, e nem mesmo soubemos aproveitar a Copa do Mundo. E agora? Para piorar, vamos perder recursos federais?

Vejamos alguns dados:
· Começando com o mais grave: 70% dos leitos hospitalares são ocupados por acidentados no trânsito (geralmente envolvendo motocicletas). Várias iniciativas, temos visto, têm sido tomadas pela SEMOB e devem ser parabenizadas. No entanto, temos ainda um longo caminho a percorrer.

·  Temos aproximadamente 34 km de ciclovias e ciclofaixas, ou seja, praticamente nada, considerando o porte da cidade. Destes, 20 km precisam ser recuperados e requalificados (avenidas Arquimedes Pereira Lima, das Torres, Tatsumi Koga). E outros 10 km foram recentemente construídos pelo atual Governo do Estado, iniciativa esta que também parabenizamos.

· Para a Copa do Mundo, infelizmente a bicicleta não foi prioridade. No projeto anterior, ainda no período da AGECOPA, 19 ciclovias foram previstas no Plano de Mobilidade, entretanto, somente 02 (duas) foram consideradas pela SECOPA, e mesmo assim, não estão concluídas.

· Na Pesquisa Origem Destino de 2005, para Cuiabá-Várzea Grande, o número de deslocamentos diários realizados pelos ciclistas chegava a 54 mil viagens, equivalente a 7% do total de viagens feitas em todos os modos (muito mais que a média nacional que era de 2%). Segundo o Prof. Dr. Luiz Miguel de Miranda, do Núcleo de Estudos de Logística e Transporte da UFMT, este número de viagens deve ter subido atualmente para algo em torno de 70 mil viagens.

· Estamos realmente atrasados, Rio Branco com uma população de apenas 100 mil habitantes, já possui 160 km de malha cicloviária. Campo Grande com 90 km. E até Lucas do Rio Verde, no interior, tem 30 km, com proposta para chegar a 70 km em breve.

· Outro problema acontece nos parques Mãe Bonifácia e Massairo Okamura que não permitem a entrada dos ciclistas, as bicicletas não são “bem-vindas”, não há caminhos exclusivos para elas. Nem tampouco existem suportes para trancá-las. Com certeza, é ótimo termos uma ciclofaixa de lazer aos domingos, mas o que fazer se, no seu destino final, não se pode nem mesmo estacionar a bicicleta para curtir o parque?

· Em Cuiabá existem 67 praças, mas em nenhuma delas há paraciclos. Também raramente existem em prédios públicos e privados, como em shoppings centers, comércios em áreas centrais, bibliotecas, escolas e universidades, dentre outros.

Como representante do “Movimento Ciclovia Já”, e considerando nossa atuação voluntária na luta por uma cidade melhor, entendemos que podemos contribuir com a elaboração do Plano de Mobilidade de Cuiabá. Até porque a Lei 12.587/2012 prevê a participação dos diferentes segmentos da sociedade civil, no planejamento, na fiscalização e na avaliação.

Assim sendo, e aproveitando a oportunidade, propomos oito ações básicas:
1.        Estudar as necessidades dos usuários e reformar as ciclovias e ciclofaixas existentes;

2.        Incluir a bicicleta, principalmente para trabalhadores e estudantes, ligando os bairros mais carentes e periféricos com as centralidades existentes, promovendo a integração com outros modais, como ônibus e VLT;

3.        Instalar paraciclos nas praças e locais comerciais;

4.        Construir ciclovias que atravessem os parques, não só para lazer, mas para criar atalhos, permitindo fuga do trânsito intenso, mantendo segurança e estimulando o uso da bicicleta;

5.        Criar Zonas 30 em regiões do centro histórico e ruas locais bem movimentadas, permitindo o compartilhamento das vias;

6.        Priorizar sinalizações, qualidade do pavimento, adequação de bocas de lobo, paisagismo, iluminação e limpeza não só das vias cicláveis, como também das calçadas, criando uma gestão de manutenção permanente;

7.        Promover a educação de trânsito de forma frequente nas escolas e no dia a dia do trânsito, mostrando o significado de uma cidade onde as pessoas possam conviver, andar mais a pé, de bicicleta e de transporte coletivo, ajudando a tirar a ideia de reinado e status do automóvel;

8.        Propor, nas renovações das habilitações da CNH, exames teóricos e práticos, ou aulas expositivas que incluam os cuidados com os pedestres e ciclistas. Não se pode permitir que carros e motos invadam o espaço das bicicletas e pedestres como vem ocorrendo. Isso é repugnante!

Concluindo, não podemos continuar com projetos feitos simplesmente em cima do ‘Google’. É preciso sair da frente do computador e colher informações in loco, observar, entrevistar as pessoas, fazer testes reais utilizando as bicicletas, para conseguir com clareza como a cidade está funcionando. Como diz o urbanista dinamarquês Jan Gehl, pequenos testes devem ser feitos de forma que grandes projetos, possam ser colocados em prática.

Nós do movimento Ciclovia Já, estamos à disposição para contribuir com a Prefeitura Municipal, o IPDU, a SEMOB, a Secretaria das Cidades, o DETRAN, e demais órgãos envolvidos. Com nossa experiência como usuários e engajados na questão, podemos opinar, ajudar nos testes práticos, identificar problemas e sugerir soluções.

Conhecimento técnico, engenharia, normas, legislação. Já temos todas as informações e ferramentas. O que precisamos é FAZER! E aprender a trabalhar em conjunto. Como foi dito no recente Congresso Brasileiro de Mobilidade, em Santos: Infelizmente “AGIMOS JUNTOS, MAS NÃO CONJUNTAMENTE!”. Temos que mudar essa prática.

É um grande desafio, mas não podemos protelar. É fundamental inverter a ordem de prioridade ao repensar a cidade. O automóvel deve perder a primazia. Pensemos primeiro no pedestre, em seguida a bicicleta e o transporte coletivo. Os grandes urbanistas sabem disso e assim defendem. Cidades exemplares no mundo assim já o fazem.
Por fim, a simples ideia e reforço aqui: não é demanda que vem primeiro!!

“Construam os caminhos, que os ciclistas virão” - isso foi comprovado definitivamente na Holanda.  Podemos assim, fazer com que a bicicleta chegue rapidamente a 20% (1/5) dos meios de transporte urbano.

10 julho 2015

Audiência Pública na Câmara Municipal de Cuiabá - PARTICIPEM!!


Olá amigos da bike de Cuiabá!

Convidamos todos os ciclistas de preferência irem de bike para esta Audiência Pública no dia 13/07 (segunda-feira), às 20 horas, para participarem e debater a necessidade da criação de um Plano Cicloviário para Cuiabá e outros assuntos inerentes ao ciclismo urbano, bem como todos os ciclistas e apoiadores da bicicleta como meio de transporte e a população em geral estão convidados.

A Policia Militar estará presente para resguardar e cuidar de todas as bicicletas que serão estacionadas na frente da Câmara Municipal de Cuiabá, Rua Barão de Melgaço, Praça Moreira Cabral, S/N Centro – Cuiabá-MT. A autoria da Audiência Pública e requerimento são os vereadores Dilemário Alencar e Arilson da Silva.

Vamos lá pessoal, vamos participar!!
E até lá!

05 julho 2015

Inauguração da Ciclovia da Paulista

Eu inaugurei a 'Ciclovia da Paulista' e milhares de pessoas :))
Foi realmente estonteante participar da inauguração da Ciclovia da Avenida Paulista, saber que um dia já morei em São Paulo e por muitos anos, foi realmente emocionante estar aqui de novo e comemorar com as pessoas que nunca tinha visto e com os amigos que estavam por perto os quais eu conheço também. Foi um dia único e memorável, a avenida mais importante do país agora está com um novo cartão-postal! De fato, marcou muita gente, até mesmo para muitos que não moram em São Paulo, mas que torcem por cidades melhores, além disso é uma importante avenida, foi e é palco para todos os tipos de celebrações, manifestações e acontecimentos importantes que ajudam a mudar história do país, tentando sempre melhorar questões, pautas e problemas sociais, econômicos e políticos do nosso cenário brasileiro, sendo esta uma delas, transformar uma cidade melhor para as pessoas. 

O dia foi repleto de alegria, logo cedo a Avenida Paulista já estava tomada de gente, gente de todos lugares, cores, raça e credo. Crianças de todas as idades, menores acompanhados dos pais e idosos, pedestres na torcida, celebrando com os ciclistas, cicloturistas, ativistas, ciclistas de cidades vizinhas e de outros Estados como eu, estavam presentes, para esta vibrante festa de domingo. Gente como a gente, gente feliz, gente querendo ser feliz por um espaço aberto para as pessoas. A Paulista também foi palco de algumas mortes infelizmente tiradas por falta de cuidado, atenção e respeito por parte de motoristas desatentos e agora finalmente, os ciclistas terão seus espaços seguros e com mais conforto e sinalização.
Bicicletas compartilhadas - Free :))
Uma das metas da Prefeitura de São Paulo até 2016 para os transporte não motorizados será a conclusão das obras cicloviárias atingindo os 400 km previsto. Parabéns a todos que aqui lutaram para conquistar este espaço público tão debatidos nos últimos anos. 

Avenida Paulista - aberta para as pessoas 28.06.2015.
Ciclovida na Paulista. Mais amor, menos motor, mais ciclovias ♥
Mais fotos, na página do Facebook!